Uma agência de comunicação e de estratégias que nasceu diferente das outras agências. Com um posicionamento focado não apenas em propaganda, a Seu João quer ser tão inovadora quanto esse nome que escolhemos para ela.

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Antes do Big Bang

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Estratégias criativas, ágeis e pertinentes. O universo da comunicação é feito de soluções assim, ou melhor, de soluções que sejam sempre mais do que isso, que estejam em permanente evolução, conseguindo surpreender um público cada vez menos propenso a surpresas.

Este desafio é ainda maior se pensarmos que tudo isso precisa ser comprimido no menor espaço possível, quase como o universo antes do big bang. É o tal poder de síntese, que precisa ser exercido a cada momento, seja na definição de um novo posicionamento, seja dentro dos 30 segundos de um comercial ou de um mini-post do Twitter. Neste exíguo espaço-tempo é preciso dar vida às ideias, é preciso transmitir humor ou emoção ou suspense ou paixão (ou tudo ao mesmo tempo agora). Não é um desafio novo. Apenas o desafio de sempre exigindo soluções sempre novas.

Por isso mesmo, quando este poder de síntese é exercido de forma primorosa, devemos reverenciar, aplaudir e usar como influência – frisando sempre que influência não significa cópia, obviamente, mas tão somente um item a mais no caldeirão de ideias efervescentes que pululam em nosso cérebro. Cérebro este que precisa ser alimentado constantemente com os mais elaborados e instigantes ingredientes.

Exemplo absurdamente bom da capacidade de sintetizar ideias ou histórias em pouco mais de 5 minutos é a sequência de créditos iniciais de “Watchmen – O Filme”. Ok, são mais do que os tradicionais 30 segundos que geralmente dispomos para um bom comercial de TV, mas a verdade é que a pretensão inserida neste tempo a mais é um pouco maior. Em 5 minutos e 35 segundos, a sequência se propõe resumir 40 anos de história dos EUA, dentro de um universo alternativo, onde inúmeros heróis até então desconhecidos nos são apresentados. Neste breve tempo, vemos emergir as suas origens, características, atitudes, intervenções em fatos conhecidos da história americana e até, para alguns deles, o trágico fim de suas existências. Tudo isso com um senso estético primoroso, valendo-se de câmera lenta (ou lentíssima, melhor dizendo), frames congelados, bullet time e recursos de computação gráfica capazes de garantir a imersão e o deslumbramento necessários. Sem falar na perfeita escolha da trilha - “The Times They Are A-Changin”, de Bob Dylan, capaz de expandir ainda mais toda a poesia das imagens. Tudo isso e mais uma quantidade gigantesca de easter eggs que nos fazem querer rever a sequência duas, três ou muitas vezes – principalmente se já conhecemos a graphic novel na qual o filme se baseia.

Todo este processo criativo, supervisionado pelo diretor do longa-metragem - Zach Snyder, foi conduzido pela companhia de design e efeitos visuais yU+Co. Clique aqui e visualize este clássico instantâneo da sétima arte e, mais do que isso, da incrível capacidade humana de contar histórias das mais variadas e criativas formas.

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